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Tudo começou quando os resultados das eleições foram divulgados. Mahmoud Ahmadinejad ganha à disputa por 63% dos votos contra apenas 33% de Mir Houssein Mousavi. No entanto a surpresa não seria tamanha se as intenções de voto estivessem bem distantes entre os candidatos, o que não foi o caso. Havia uma disputa acirrada entre os candidatos nas vésperas.
Com isso, Mousavi definiu como uma “farsa” a reeleição de Ahmadinejad e isso foi o suficiente para estourar uma guerra no Teerã. Os cidadãos revoltados com a possibilidade de realmente ser verdade a denúncia feita pelo candidato, então centenas de milhares de pessoas tomaram as ruas do Irã manifestando contra a eleição corrupta.
A partir daí ocorreram as reações, a polícia e os integrantes da milícia islâmica, a Basij, tentaram conter a agitação, houve prisão de manifestantes, e centenas de políticos, jornais censurados, comício foram proibidos e universidades foram fechadas. As informações começam a circular no mundo através das redes sociais, Facebook, Flickr, Youtube e Twitter. Logo depois o governo fechou o cerco da informação e começou a bloquear os sites e terminou com a não renovação da autorização de permanência dos jornalistas estrangeiros, o que praticamente fechou o país aos observadores.
Mas apesar disso o governo não tinha tanto conhecimento com a nova mídia, o Twitter. E foi por meio de 140 caracteres que o resto do mundo pode acompanhar todos os acontecimentos dos conflitos do Teerã. Foi o primeiro caso em que a internet superou a censura de um governo e continuou a informar sobre todas as atrocidades que o país enfrentava.
Com isso, Mousavi definiu como uma “farsa” a reeleição de Ahmadinejad e isso foi o suficiente para estourar uma guerra no Teerã. Os cidadãos revoltados com a possibilidade de realmente ser verdade a denúncia feita pelo candidato, então centenas de milhares de pessoas tomaram as ruas do Irã manifestando contra a eleição corrupta.
A partir daí ocorreram as reações, a polícia e os integrantes da milícia islâmica, a Basij, tentaram conter a agitação, houve prisão de manifestantes, e centenas de políticos, jornais censurados, comício foram proibidos e universidades foram fechadas. As informações começam a circular no mundo através das redes sociais, Facebook, Flickr, Youtube e Twitter. Logo depois o governo fechou o cerco da informação e começou a bloquear os sites e terminou com a não renovação da autorização de permanência dos jornalistas estrangeiros, o que praticamente fechou o país aos observadores.
Mas apesar disso o governo não tinha tanto conhecimento com a nova mídia, o Twitter. E foi por meio de 140 caracteres que o resto do mundo pode acompanhar todos os acontecimentos dos conflitos do Teerã. Foi o primeiro caso em que a internet superou a censura de um governo e continuou a informar sobre todas as atrocidades que o país enfrentava.
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